ÚLTIMA HORA
Blog do jornalista Renon Junior

O time de Leandrinho confirmou a boa fase e nem precisou voltar pra casa pra garantir a classificação. Bateu o San Antonio Spurs pela segunda vez fora de casa e assim fechou a série por humilhantes 4-0. A dupla Stoudamire-Nash mais uma vez funcionou bem com quase metade dos pontos. Final: 107 a 101, o placar mais "apertado" desta série.


Agora o Suns espera o Lakers fechar a série contra o Utah (vence por 3-0) para a grande final da Conferência Oeste. Quanto mais o time de Los Angeles demorar para chegar à 4ª vitória, mais descansa o Suns para a decisão.

 

O Cleveland e LeBron James não conseguiram repetir aquela brilhante apresentação do jogo 3. Além do desempenho ter ficado aquém, LeBron marcou apenas 22 pontos, o Boston fez uma partida impecável. Venceu o primeiro tempo por 54 a 45 e controlou o placar com uma forte defesa em cima do astro do Cavs. O melhor momento do Cleveland foi no 3º quarto, quando encostou no marcador e ficou a dois pontos do Boston. Mas no último quarto, o Boston fechou a defesa e forçava erros do time de LeBron, que estava com a mão descalibrada. Final: 97 a 87. Série empatada em 2-2.


Por caminhos tortos, os times restabeleceram a igualdade. CAda um venceu um jogo e perdeu outro em casa. O jogo 5 é em Cleveland, terça-feira. Quem vencer dará um passo gigantesco rumo à final da Conferência.
O nome do jogo foi o armador Rajon Rondo, autor de um triple double (29 pontos, 18 rebotes! e 13 assistências).

 

O curitibano Mauricio Shogun demoliu Lyoto Machida, no UFC 113, na tão esperada luta revanche entre os dois. Shogun havia perdido em outubro numa decisão por pontos bastante contestada. E como em toda revanche, o desafiante veio mais confiante para a luta. Logo no segundo round, encaixou um cruzado de direita (foto) que pegou a cabeça de Machida em cheio, levando-o ao chão. Em seguida veio uma saraivada de golpes que encerraram a luta. Machida ficou impressionantemente desmaiado. Nem viu seu cinturão sendo entregue ao adversário. Imagino que o UFC já planeje um tira-teima entre os dois.

 

Um jogaço do início ao fim. Assim foi Lakers e Utah Jazz no jogo 3, a primeira partida na casa do Utah. A equipe de Salt Lake City lutou muito. Melhorou seu padrão de jogo com a volta de Andrei Kirilenko.


O Jazz fazia uma partida certinha. Venceu o primeiro quarto (22-17), equilibrou o segundo (33-32) e virou 4 pontos à frente.

Diferença que desapareceu no terceiro quarto com a reação do Lakers. No último período, virou um jogo franco, com o Utah um pouco melhor. Parecia que seria a primeira vitória do Jazz, mas Kobe Bryant tomou conta do fim. Fez 35 pontos na noite. Três cestas dele e uma tripla de Derek Fischer recuperaram uma margem que era desfavorável em 5 pontos. No minuto final, o Lakers conseguiu abrir 3, faltando pouco mais de 20 segundos.
Parecia liquidado, mas o Jazz sofreu falta e baixou a diferença para 1 ponto. Na reposição de bola, a 6 segundos do fim, um erro do Lakers e a chance que o Utah esperava. A última bola estava nas mãos de Deron Willians, que já estava com 28 pontos e jogando muito. Em vez de tentar uma infiltração, tentar os pontos e/ou sofrer falta (a bola de segurança na minha opinião), Deron quis ser herói. Arremessou com o cronômetro zerando. Errou e, por azar, Mathews também falhou no tapinha que daria a vitória ao Jazz. Final: 111 a 110, uma derrota que praticamente liquida a série. O Lakers lidera por 3-0 e tem quatro chances para vencer mais uma partida e avançar à final da Conferência Oeste.

 

O Orlando Magic fez mais uma partida de gala e manteve a invencibilidade nos playoffs. Desta vez jogou em Atlanta, mas era como se estivesse em casa. Dominou completamente a partida. Venceu todos os quartos e no fim o placar mostrava uma diferença de 30 pontos. Final: 105 a 75. O Magic abre 3-0 na série e mais uma vitória liquida a fatura. Uma pena. O Hawks foi um dos times mais consistentes do campeonato. Mas sofre do amarelão de seus craques. Cadê Joe Johnson?


 

É hoje uma das lutas mais aguardadas dos últimos tempos. O paraense Lyoto Machida, campeão do UFC, faz a segunda luta contra o paranaense Mauricio "Shogun" Rua. É a luta principal desta noite, uma revanche da luta em que Shogun foi derrotado no passado, numa decisão bastante contestada em outubro de 2009, no UFC 104.
O evento, que é disputado no Canadá, começa às 23 horas (horário de Brasília).

 

Webber é o pole na Espanha

By Renon Junior

O Grid:
1 - Mark Webber (AUS/RBR-Renault) - 1m19s995
2 - Sebastian Vettel (ALE/RBR-Renault) - 1m20s101
3 - Lewis Hamilton (ING/McLaren-Mercedes) - 1m20s829
4 - Fernando Alonso (ESP/Ferrari) - 1m20s937
5 - Jenson Button (ING/McLaren-Mercedes) - 1m20s991
6 - Michael Schumacher (ALE/Mercedes) - 1m21s294
7 - Robert Kubica (POL/Renault) - 1m21s353
8 - Nico Rosberg (ALE/Mercedes) - 1m21s408
9 - Felipe Massa (BRA/Ferrari) - 1m21s585
10 - Kamui Kobayashi (JAP/Sauber-Ferrari) - 1m21s984
11 - Adrian Sutil (ALE/Force India-Mercedes) - 1m21s985
12 - Pedro de la Rosa (ESP/Sauber-Ferrari) - 1m22s086
13 - Nico Hulkenberg (ALE/Williams-Cosworth) - 1m22s131
14 - Sebastien Buemi (SUI/STR-Ferrari) - 1m22s191
15 - Jaime Alguersuari (ESP/STR-Ferrari) - 1m22s207
16 - Vitantonio Liuzzi (ITA/Force India-Mercedes) - 1m22s854
17 - Rubens Barrichello (BRA/Williams-Cosworth) - 1m23s125
18 - Jarno Trulli (ITA/Lotus-Cosworth) - 1m24s674
19 - Vitaly Petrov (RUS/Renault) - 1m22s139 (punido)
20 - Heikki Kovalainen (FIN/Lotus-Cosworth) - 1m24s748
21 - Bruno Senna (BRA/Hispania-Cosworth) - 1m27s122
22 - Timo Glock (ALE/VRT-Cosworth) - 1m25s475 (punido)
23 - Lucas di Grassi (BRA/VRT-Cosworth) - 1m25s556 (punido)
24 - Karun Chandhok (IND/Hispania-Cosworth) - 1m26s750 (punido)


 

O Phoenix deu um grande passo rumo à final da Conferência Oeste. Nesta sexta, o time que já vinha de 2 vitórias, venceu também o 3º jogo, este disputado em San Antonio. Foi mais uma partida em que a diferença entre as duas equipes ficou bem evidente. O Phoenix é o time da correria, é muito rápido em contraataques e na condução de bola. O Spurs é o contrário. Cadencia mais o jogo porque tem jogadores quase veteranos. Nos dois primeiros jogos, a falta de pernas para os mais experientes, especialmente Tim Duncan, 34 anos, foi evidente.
O cansaço da equipe se nota pela evolução do jogo. Nesta sexta, o Spurs começou melhor. Venceu o 1º tempo por 50 a 44, mas a pontuação veio caindo ao longo do jogo. Quando entrou no 4º quarto, o momento decisivo, o Phoenix perdia por 1 ponto (72-71). Mas o time de Leandrinho ainda tinha gás sobrando. O quinteto acionou o turbo e engatou uma corrida de 39-24, fatal para terminar a partida com a impressão de que foi um passeio durante os 48 minutos. Final: 110 a 96.
Se este jogo teve um personagem, este foi Goran Dragic, armador reserva que anotou 21 pontos só no último quarto.


 

E foi uma senhora vitória. O Cavs não tomou conhecimento dos Celtics, em pleno TD Garden. Começou a arrasador. LeBron James foi animal. Fez 21 pontos só no 1º quarto, no período em que o Cavs venceu por 36 a 17. O Boston tentou equilibrar até o fim da primeira metade, mas tomou 3 pontos a mais (29-26). O 1º tempo terminou em 65 a 43.
No 2º tempo, outro massacre. O Cavs administrou bem a vantagem obtida e aumentou a diferença para 29 pontos. Isto, repito, em pleno TD Garden, o templo do Celtics onde já foram comemorados vários títulos. Final: 124 a 95.
Os números:
LeBron James: 38 pontos, 8 rebotes, 7 assistências;
Antawn Jamison: 20 pontos, 12 rebotes;
Shaquille O'Neal: 12 pontos, 9 rebotes (uma boa média pra quem jogou só 22 minutos);
Pelo Boston, Kevin Garnett foi o cestinha: 19 pontos. Ray Allen estava com a mão torta. Anotou só 7 pontos, um aproveitamento pífio de 2-9 nos arremessos de quadra. Bem abaixo de sua média.
O massacre:


 

Quem lê este humilde blog sabe minha posição sobre o Twitter. Opinião que mudou após me sentir um peixe fora d'água quando participei recentemente de um evento profissional. A todo momento, falava-se das "redes sociais" e de sua importância. Aí me convenci que é preciso fazer parte desta rede, nem que seja só por modismo.
Mas, na verdade, o que me fez aderir mesmo, foi esse widgetzinho bonitinho, com as assinaturas feed, seguidores no twitter, posts e comentários, que coloquei logo abaixo ali do meu contador de visitas. Pra copiá-lo, clique aqui.

 

O Orlando Magic segue invicto nos playoffs. Conquistou a 2ª vitória sobre o Atlanta Hawks numa aula de basquete. Quatro jogadores fizeram 20 ou mais pontos: Dwight Howard (29), Vince Carter (24), Jameer Nelson (20) e Rashard Lewis (20). Dwight ainda confiscou 17 rebotes. Foi uma bela demonstração de jogo coletivo, mas o Hawks endureceu o jogo. Perdeu o fio da meada só nos 8 minutos finais, quando deu um apagão geral e o Magic deslanchou. Até então a liderança havia mudado 10 vezes de mãos e o jogo tinha ficado 5 vezes empatado. O Orlando venceu o 1º quarto por 5 pontos (32-27), mas sofreu o revés no 2º período (30-17). Hawks 8 pontos na frente na metade do jogo.
No 3º quarto veio a recuperação do Magic. Tirou a diferença e abriu 1 de frente. No último quarto, a grande fase que o Orlando Magic atravessa ficou mais evidente. O Hawks abriu as pernas. Não suportou o jogo variado de Howard, Carter, Lewis e cia. Final: 112 a 98. 2-0 na série e dois jogos em Atlanta.


 

Foi no sufoco, mas o Inter fez o suficiente para obter a classificação. Venceu o Banfield por 2 a 0, e agora pega o Estudiantes, outro argentino, o atual campeão sul-americano.

 

O Phoenix Suns teve que suar muito pra derrotar o San Antonio Spurs nesta quarta. O time do Texas começou melhor. Aplicou 31 a 20 no 1º quarto. Mas o Suns devolveu o placar no 2º e o 1º tempo terminou rigorosamente empatado: 51 a 51.


O equilíbrio prosseguiu no 3º quarto, com ligeira vitória do Suns por 2 pontos. Mais uma vez, a dupla Amaré Stoudamire/Steve Nash funcionou muito bem, como neste lance.

O jogo foi decidido nos detalhes e o Phoenix foi a equipe que errou menos. Nos instantes finais, Steve Nash cadenciou o jogo e driblou a experiência do quinteto texano. Final: 110 a 102. O Suns abre 2-0 e fica muito perto da final da Conferência Oeste, um resultado que contraria muitos prognósticos feitos no início da temporada.

 

O Los Angeles Lakers conquistou a 2ª vitória na série contra o Utah Jazz. Venceu por 111 a 108, um placar que não reflete o que foi a partida. O Lakers liderou o jogo do início ao fim. Perdeu no 2º tempo por 57 a 53, mas aproveitou-se da gordura acumulada na primeira etapa, que virou 12 pontos à frente. Foi mais um jogo decidido por Kobe Bryant (30 pontos), mas com importantes participações de Pau Gasol (22 pontos, 15 rebotes), Andrew Bynum (17 p., 14 rebs,) e Lamar Odom (11p., 14 rebs).


 

Foi um chocolate daqueles. O Orlando Magic, descansado, pegou o Atlanta Hawks, que vinha de 7 jogos contra o Milwaukee, com toda a pressão de ter que virar a série (perdia por 3 a 2). Dois dias após o jogo 7, o Atlanta estava de volta à quadra, mas não foi páreo para o Magic. Na metade do jogo, a diferença já era de 20 pontos. Preste atenção no 1º tempo. Vários lances espetaculares.

No 3º quarto, o massacre continuou. O Magic fez 32-11, e liquidou a partida que terminou em 114 a 71.

 

A vitória do Phoenix se deve em 90% à grande atuação do armador Steve Nash. Ele já começou detonando. Só no 1º quarto marcou 17 pontos e ajudou o Suns a deslanchar desde o início. O time do Arizona chegou à metade do jogo 10 pontos à frente. No restante, manteve o placar sob controle. Nash terminou com 33 pontos e 10 assistências. Pelo Spurs, Parker, Ginóbili e Duncan extrapolaram a casa dos 20 pontos (27/26 e 20 pontos, respectivamente), mas não foi suficiente para evitar a tranquila vitória do time de Leandrinho. Final: 111 a 102, 1 a 0 na série.

 

Por este resultado eu não esperava. O Cavs fez uma partida apagada contra um adversário inspirado. O Boston, liderado por Rajon Rondo, dominou o Cleveland em seus domínios. Rondo marcou 13 pontos e fez 19 assistências e pegou ainda 6 rebotes. Quando o armador distribui tantas assistências assim, é sinal que o time girou, os companheiros foram servidos, houve jogo coletivo.
Em contrapartida, o Cavs, que é um time de um jogador só, LeBron James, viu seu principal astro numa noite pouco inspirada. Foram 24 pontos de King James, mas a média dele em jogos decisivos como este é bem maior.
O jogo foi equilibrado até o 3º quarto. Foi aí que os Celtics aplicaram uma corrida de 31-12, que se tornou muito difícil de recuperar no restante da partida. Vinte e três pontos atrás, o Cavs até ensaiou uma reação. Diminuiu a diferença para 9 pontos, mas perdeu ataques importantes tentando encurtar a desvantagem com bolas de 3. O Boston conquistou uma importante vitória, invertendo a vantagem de quadra. Final: 104 a 86.



 

O Los Angeles Lakers tomou um susto no primeiro jogo da série contra o Utah Jazz. Venceu com 8 pontos de vantagem o primeiro tempo, mas assistiu à reação do Jazz, com os reservas em quadra, no início do 4º quarto. O Utah chegou a passar à frente, mas por poucos instantes. No momento em que alcançou o Lakers, entraram em quadra aqueles detalhes fatais que fazem diferença no resultado final. Um block de Lamar Odom, um rebote ofensivo também dele, uma cesta de Kobe Bryant, uma roubada de bola. Fatores que ajudaram o Lakers a evitar a derrota em casa e perder a vantagem de quadra. Final: 104 a 99. O Utah mostrou que é mais do que aquele time que foi eliminado pelo mesmo Lakers no 1º round do ano passado. Esta série promete.


 

O Atlanta Hawks não teve dificuldade para vencer o 7º jogo da série contra o Milwaukee. À exceção do 3º quarto, quando fez o mesmo número de pontos que o Bucks, o Hawks venceu em todos os períodos, numa grande atuação de Jamal Crawford, eleito o melhor reserva da temporada. Foram 22 pontos dele. Brandon Jennings, armador do Bucks, até fez uma bela bandeja, passando a bola pelas costas. Depois tomou dois blocks desmoralizantes. Mesmo assim, foi o destaque de seu time com 15 pontos. Final: 95 a 74. O Hawks fecha a série por 4 a 3.


Na terça-feira, o time volta à quadra pelo primeiro jogo da semifinal da Conferência Leste. Pega o Orlando, que descansa há quase uma semana depois de fechar sua série contra o Charlotte por 4-0.

 

O Inter até que me surpreendeu. Não pensei que poderia vencer o Grêmio hoje no Olímpico. Precisava de 2 a 0, mas ganhouo só de 1 a 0. Assim, o tricolor se aproxima do Inter em número de conquistas estaduais: 39 do Inter e agora 36 do Grêmio. No histórico, ainda é larga a vantagem colorada:

Jogos: 382
Vítórias do Inter - 144

Vitórias do Grêmio - 120
Empates - 117
Número de gols - 1045
Gols marcados pelo Inter - 542
Gols marcados pelo Grêmio - 503