ÚLTIMA HORA
Blog do jornalista Renon Junior

Chamou o Juca, no busão

By Renon Junior


Não fosse a espera, andar de ônibus pra mim não seria problema nenhum. Eu gosto. Claro, carro é muito melhor, mas o transporte coletivo pra mim não é o fim. É sempre uma surpresa e uma situação nova atrás da outra. Ontem, por exemplo.

* * *
No ônibus gosto de sentar naquelas poltronas mais altas, que são mais altas por ficarem em cima dos eixos traseiros. Fica mais perto da janela e é possível ter uma visão completa de quem está dentro. Ontem quando entrei já tinha uma pessoa no meu lugar favorito. Um jovem, ouvindo MP3, meio malzão, bermuda tão baixa que a cueca aparecia. Tinha um lugar na frente dele. Ia sentar lá, mas vi a poltrona dupla mais alta do outro lado, e fui nela.
* * *
As pessoas foram descendo, o ônibus foi chegando ao bairro, e aquele jovem adormeceu. Ali percebi que ele estava bêbado. Quando andou mais um pouco, já nas ruas do bairro, ele despertou, vomitando. Foram três "gorfadas". A primeira eu vi, as outras, escutei. Aquele cheiro de vinho com cerveja e alimentos fermentados tomou conta do ar. Pra mim, não tem nada mais nojento que ver uma pessoa vomitando. Já vi pessoas mortas, esmagadas em acidentes e até corpos em decomposição, mas isso pra mim é o nojento. É porque a cena não mais da minha cabeça. Sempre lembro dela na hora que vou comer. Pode ser um bebezinho vomitando, tenho nojo do mesmo jeito.
* * *
Naquela hora, com a mão no nariz, o rosto virado pra fora (que pela escuridao de fora refletia o outro lado do ônibus onde estava o rapaz), pensei duas coisas: EU SERIA O ÚLTIMO A DESCER DO COLETIVO. Por outro lado, conformei-me, pois por pouco não sentei bem na frente do vomitador.
* * *
O ônibus anda mais uns 4 minutos e o rapaz desce, zonzo. Foi só fechar a porta e uma passageira (naquela hora éramos 3):
- Que dó! Um rapaz tão novo nessa situação! Tenho dó da mãe, ver o filho chegando em casa desse jeito! Coitada! Blá, blá, blá...
Ainda bem que ela desceu logo depois, senão ia ficar falando mais um monte. Ficamos eu o motorista. Ele também fez um comentário.
- O cara podia ter colocado a cabeça pra fora da janela!, analisou, com a experiência de quem convive com essa situação com certa frequência. Algumas quadras depois, desci e voltei a respirar.
* * *
O episódio me fez lembrar desta música, do Garotos Podres.

Estava indo para a capital
No expresso do além

Tinha uma mina passando mal

Vagabunda esperando nenêm

De repente veio o caldo infernal!

Vomitaram no Trem!


Vomitaram no trem

Era só macarrão

Uns pedacinhos de carne

E uns pedaço de pão

Vomitaram no trem (4x)

Aquele caldo fermentou
Começou a acidar

O pessoal não aguentou
Começaram a vomitar!

Vomitaram no trem
Era só macarrão

Uns pedacinhos de carne

E uns pedaço de pão

Vomitaram no trem (4x)


O trem chegou na capital

Perguntaram "que que tem?"

Todo mundo passando mal

Pois vomitaram no trem!


Vomitaram no trem

Era só macarrão

Uns pedacinhos de carne

E uns pedaço de pão

Vomitaram no trem (4x)

 

Rubens Barrichello comemorou 37 anos neste sábado. Queria a pole como presente. Jenson Button não deu. Para Barrichello, sobrou a 3ª colocação. Nun circuito em que é muito difícil passar, fundamental será a estratégia. Será que amanhã o Rubinho acerta a mão?

globoesporte.com

Com uma volta rápida à la Senna, Jenson Button marcou a pole position do GP de Mônaco, que será disputado neste domingo. O inglês da Brawn GP não figurava entre os cinco primeiros antes da última tentativa, mas acertou as três parciais e superou o tempo de Kimi Raikkonen por 25 milésimos. O finlandês da Ferrari sai em segundo, sua melhor posição de largada na temporada 2009.
Esta é a quarta pole do inglês, que lidera o campeonato com 14 pontos de vantagem para Rubens Barrichello, seu companheiro na Brawn GP. O brasileiro sai na terceira posição, após ficar 175 milésimos atrás de Button no treino classificatório. Sebastian Vettel, da RBR, marcou o quarto melhor tempo no grid de largada da corrida deste domingo.
Melhores momentos:

 

Gol de Taison, 1 a 0. Três jogos, três vitórias. Isolado na liderança.

 

UN - BE - LIE - VA - BLE. Foi a palavra mais falada no Quick Loans Arena, em Cleveland ao final da segunda partida entre Cleveland Cavaliers e Orlando Magic. E foi mesmo inacreditável o que aconteceu na quadra. A partida estava perdida para os Cavs que, no reínicio de jogo após o pedido de tempo, tinha apenas 1 segundo para definir. A bola foi para as mãos de LeBron James e dali direto pra cesta. Sensacional!

O jogo:
Começou com domínio total do Cleveland, jogando pela segunda vez em casa. 30 a 16 no primeiro quarto, pequena recuperação do Magic no segundo e o primeiro tempo terminou em 56 a 44 para os Cavs.

No terceiro quarto, o Orlando acordou. Rashard Lewis e Turkoglu no ataque e Dwight Howard na defesa, segurando o Cleveland, que era empurrado pela torcida. O Magic conseguiu tirar mais 6 pontos e ficou no páreo. Aproveitando os erros do Cavs, que queria porque queria liquidar logo com bolas de 3, e assim errava, o Orlando foi encostando. Chegou ao empate em 82 a 82, quando faltavam 6:54 para o fim. Daí em diante, foi lá e cá até o minuto final, quando entrou em cena, mais uma vez o turco Hedo Turkoglu. Ele meteu uma bola de 3 a 48 segundos do fim, empatando em 93. E naquela que seria a última bola, encestou outra, valendo dois pontos. Sobrou só 1 segundo para o Cleveland. Tempo. Na reposição da bola, Mo Willians só teve tempo de entregar a LeBron James, que pegou e arremessou direto. A bola saiu da mão dele quando o relógio estava em 0,2 do fim. Sem nenhuma técnica especial, apenas com a estrela que acompanha os grandes jogadores. LeBron arremessou e converteu. Vibrou muito, correu para abraçar o brasileiro Anderson Varejão.

Eu estava torcendo pelo Magic, mas foi muito emocionante essa cesta do LeBron. Série empatada, 1 a 1. Os próximos dois jogos serão em Orlando.
Melhores momentos:

 

A seguradora State Farm, dos Estados Unidos, tem sido muito feliz em suas campanhas publicitárias. Veja esta, que patrocina a NBA.

E esta, em que o MVP LeBron James diz que abandona o basquete para ir para o futebol americano.

 

No Momento, com RSS

By Renon Junior

Resolvi um problema para ler um de meus blogs preferidos, o No Momento, do Carlão Arruda. Na verdade é um site mesmo, sem a ferramenta do RSS ,que permite que as atualizações sejam vistas pelos leitores que fazem links para a página. Isso pra mim dificultava muito, porque eu tinha que ficar procurando o site na minha enorme lista, ou digitar o endereço. Quando ele aparece ali, com a postagem fresquinha, é muito mais fácil de ler. É porque aqui você sabe, só os 10 blogs atualizados aparecem na lista.
O site do Arruda continua sem o RSS, mas eu dei um jeito aqui com a ferramenta disponível no site www.page2rss.com, que tem um sistema que reconhece atualizações e gera um link para você copiar em seu blog ou página.
Por isso é que eu gosto da internet. Poucas coisas são impossíveis no mundo digital.

 

Minha lista de blogs conta com 68 indicações atualmente. É uma mistura entre blogs que me indicam, blogs que não indicam, mas que gosto de ler e outros para ter sempre à mão. O mais novo adicionado é o Língua di Trapo, de Hélio Eduardo Lucas, de Foz do Iguaçu. Ontem ele passou por aqui e viu aquela postagem sobre a Patrícia Taufer. Como ela já trabalhou em Foz também, o Hélio fez um comentário e colocou na página dele um link pra minha postagem.
Resultado: 274 pessoas seguiram o link (até agora) e vieram para o Última Hora, número que não pára de crescer (veja a estatística de acessos na seção "De onde vêm os leitores", no canto inferior direito da página).
Valeu Hélio, recomendação mais que merecida.

 

Mike Tyson no cinema

By Renon Junior


Ele faz uma sofrível participação na comédia Hangover (não sei como se chamará em português). É uma comédia em que quatro amigos vão para Las Vegas para uma despedida de solteiro. Eles se metem em várias aventuras e confusões até que o noivo desaparece. Tyson canta uma música de Phill Collins. Estreia em 5 de junho nos Estados Unidos.

The Hangover (Internet Trailer)

 

NBA Playoffs: Denver empata a série

Posted In: . By Renon Junior

No segundo jogo da decisão do oeste, o Denver Nuggets conseguiu uma importante vitória em Los Angeles. Foi como o primeiro jogo, equilibradíssimo. O Lakers começou melhor. Abriu 8 pontos no primeiro quarto, mas permitiu a reação do Nuggets. O primeiro tempo terminou em 55 a 54 para o Lakers.

O terceiro quarto foi absolutamente igual, cada equipe marcou 26 pontos. A decisão foi ataque a ataque. O Denver até chegou a abrir 7 pontos, mas na NBA isso não chega a ser vantagem. O Lakers podia ter vencido, se não tivesse dois fundamentos falhos: errou muitos lances livres (77% de aproveitamento) e erros no ataque. Perdeu bolas bobas, lances bisonhos que podiam ter virado pontos ou pelo menos gasto o tempo. O que acontecia nestas bobeadas era que o Denver vinha com tudo no contraataque. Chauncey Billups, com 27 pontos, e Carmelo Anthony, com 34, foram os principais pontuadores. Kobe Bryant marcou 32, fez uma grande partida mais uma vez, mas foi prejudicado pelo nervosismo dos companheiros.
Mesmo com tantos erros, o jogo só foi decidido na última bola. Se Derek Fisher acertasse o arremesso de 3, o jogo iria pra prorrogação. Errou feio e o Denver venceu: 106 a 103. Série empatada em 1 a 1. Próximo jogo sábado em Denver.

Melhor enterrada: Trevor Ariza

 

Adiós, Boca!

By Renon Junior


O Boca Juniors perdeu nesta noite em casa para o Defensor do Uruguai e está eliminado da Libertadores. Caminho aberto para os times brasileiros.
Chora Riquelme!

 

 

Ele anda fazendo mais do que ginástica para sobreviver.

 


Hoje vi uma matéria da Patrícia Taufer (ex-editora e apresentadora do ParanaTV 2ª edição, em Londrina) no Jornal Hoje. Era sobre um aparelhinho que avisa quando a pessoa tem algum risco de sofrer um infarto. Além da matéria, notei duas coisas: Patrícia estava com cabelo mais escuro, ficou legal. E uma aliança no dedo direito, que parecia de noivado.
Além de bonita e competente, essa gaúcha de Caxias do Sul é muito gente fina.
Convite aos Foznautas (que chegam via Língua di Trapo). Clique em 1ª página e conheça outras postagens do Última Hora.
A matéria:

 


Há dois meses fiz a postagem "Londrina, à meia-noite". Agora, aqui vai uma sequência. Antes, é preciso fazer uma introdução.
Desde ontem, estou sem carro. Ele está internado, recuperando-se após ter fumado demais. Isto me obriga a utilizar os meios de transporte coletivo. Ontem, voltei do trabalho de mototaxi. Hoje, de ônibus. Pois bem.

* * *
Na ida, no transbordo no terminal, perguntei ao motorista: "Que hora sai o último ônibus do dia?". "Meia-noite", disse ele, "depois tem o 'Corujão'", emendou. Ok, guardei aquele horário na lembrança já sabendo que cumprí-lo seria um desafio. Não queria mototaxi, pois além do perigo de andar de moto à noite, é caro (pra ser usado todos os dias) e frio. E eu estava sem blusa. Taxi, nem pensar. Pra mim, pesado demais. (Qualquer economia é válida quando o carro está na oficina para "fazer" o motor)
* * *
Foi dando 22:30, 22:45, 23:00, 23:15, e eu não conseguia me liberar. Fiz as contas. Para estar no terminal às 23:59, eu precisava sair 12 minutos antes. Dei uma apressada e consegui sair 23:42. Tive que deixar o Inter jogando sem poder ver o épico desfecho que aquele jogo contra o Flamengo teria. Saí correndo até o ponto e logo veio um ônibus: 312 - Santa Madalena. Ele entra pela Avenida Leste-Oeste. Ah, quer saber, vai esse mesmo.

 

Londrina, à meia-noite (III)

Posted In: . By Renon Junior

Entrei. Motorista de cara amarrada, sem cobrador, provavelmente por isso, de cara amarrada. Um passageiro antes e outro depois da roleta. Eu era o terceiro. O motorista devia estar adiantado. Aliás, como não se adiantar com ruas sem movimento, ninguém pra entrar ou descer do coletivo. E ele ia, lento, lento. Ia reduzindo a marcha quando ia dar o sinal amarelo, pra ganhar mais uns segundos. Nem quando estou dirigindo vejo tanto semáforo aberto, mas aquele motorista estava adiantado e ia devagar, devagarinho, pra meu desespero.
Quando chegou na esquina da Benjamin com Quintino, acho que já tinha entrado no horário certo e daí ele começou a andar feito motorista de ônibus. Só que ele andou mais uma quadra e virou! Peraí, é só ir reto que você sai no terminal! Aquela linha tem esse desvio. Demorou mais uns dois minutos e meio e às 23:57 ele enttrou no terminal, pela entrada de baixo.
Aí, como sempre acontece quando estou com pressa, o motorista demorou para estacionar e mais ainda pra abrir a porta do meio. Deve ter sido um tempo normal, mas na pressa que eu estava, tudo demorava.
Desci do busão e subi as escadas rolantes igual jacu, subindo os degraus em movimento. Ao final da subida, lá estava meu ônibus, com o motorista dentro e motor ligado. Corri deseperado (odeio correr atrás de ônibus). Ofegante, entrei e achei lugar. O motorista desligou o motor e desceu, fumar um cigarrinho. Ele tinha acabado de chegar.
* * *
Enquanto esperava, comecei a pensar neste post. Às 0:05, saímos. Se eu contasse com esses 5 minutos, certamente o ônibus não estaria lá, é sempre assim. À meia-noite saem quase todas as linhas regulares. O terminal fica deserto, mas sempre fica alguém lá fazendo sei lá o que.
Saímos. Logo notei a Praça Rocha Pombo, revitalizada. Na ida eu já tinha reparado, pois os chafarizes estão funcionando. Tá muito bonito. De noitão também. E não tinha ninguém à espreita. Nos pontos do centro, a maioria das pessoas desce. São estudantes. O ônibus vai da JK até o bairro sem descer mais ninguém. Algumas cenas me chamam a atenção. O lixo na rua. A abundância de vagas de esacionamento. Os ovos de páscoa que ainda estão à venda em uma farmácia da Souza Naves. A mulher que sempre está com lençóis na mão, na lavanderia da Santa Casa, que sempre vejo pela janelinha.
Em frente ao Hotel Sumatra, a melhor cena. Ao lado do ônibus, pára um caminhão de lixo. Bem no rumo da minha janela, os coletores. Três homens, pendurados no caminhão, conversando alegremente, sorrindo. Queria estar com minha máquina naquela hora, pra tirar uma foto daqueles três. O retrato da felicidade, apesar das adversidades. Um deles se abaixa e pega uma laranja. Joga pro alto e pega de volta, brincando. Eles me cumprimentam. Decerto, notaram que desde sempre admiro essa profissão.
* * *
A viagem continua. Passo em frente à casa do vereador Paulo Arildo. Ali descobri que a lei seca vigora. Numa região cheia de bares e dois postos de combustível, tudo fechado, ninguém na rua, silêncio.
O ônibus segue sacolejando pela ondulada avenida e mais à frente vejo meu amigo, o revoltado Jorge. Já tinha fechado sua lancheria, limpava a chapa, talvez pensando no filho que não consegue ver por culpa da ex-exposa, que quer tomar-lhe tudo. Pobre Jorge.
* * *
Perto de minha parada descubro que ainda estou longe dela. O último ônibus da noite, o "recolhe", é um mistão das duas linhas do bairro, que durante o dia circulam por ruas diferentes. Eu seria o último passageiro a descer. Naquela lata envidraçada e iluminada, nos embrenhamos pelas ruas escuras do bairro. Difícil era saber onde estava. Quando sobra só eu e outro passageiro, vou até o motorista e pergunto se ele ainda cumpriria todo o trajeto,pois ainda seria uma volta enorme até o meu ponto de descida. Ele me pergunta onde eu desceria. Respondo e ele me dá uma boa notícia. "Então vamos encurtar o caminho". O outro rapaz já é conhecido do horário, nem precisou apertar a campainha pra descer. Como último passageiro a descer, puxei conversa com o motorista, embora isso seja proibido. Ele me disse que faz o horário das 19:00 às 01:00, seis dias por semana. Estava estranhando ter pouca gente. Disse que normalmente vem cheio. Parou no meu ponto, desejei bom descanso e desci. Ele seguiu pra garagem da empresa, com mais um dia ganho. No relógio, 0:32.
* * *
Vale registro. Descendo do ônibus, encontrei dois cães se engraçando, um querendo montar no outro. Eram dois machos. Quando viram que eu estava olhando, disfarçaram. E começaram a me seguir. Pensei que iam me atacar. Um deles me acompanhou até o portão de casa.
Quando entrei em casa, vi na TV o resultado do jogo do Inter, na internet o resultado da NBA. Concluí que aquela não era mesmo uma noite qualquer.

 

Foi outra emoção da noite, pena que não pude acompanhar. Quando olhei a parcial, o jogo entre o Cleveland e Orlando Magic, a primeira partida da final da Conferência Leste, estava no intervalo. 63 a 48. O Cavs ganhava por 15 pontos e LeBron James já tinha feito 26. Ele jogava por música, dava dribles desconcertantes e entrava como queria na defesa do Magic, uma das melhores do campeonato. O time todo estava jogando com alegria. E com sorte. Mo Willians acertou a cesta arremessando de seu garrafão, naquele lance em que o jogador arremessa de qualquer maneira pro outro lado porque o tempo está se esgotando.
Melhores momentos do 1º tempo:

Diante da facilidade do Cavs, pensei: barbada para o Cleveland, o único time invicto dos playoffs. Mas o Magic reagiu. No 3º quarto, a vantagem de 15 pontos caiu para 4, ou seja, desapareceu. O 4º quarto foi todo de jogo franco. Lá e cá. Rashd Lewis, Dwight Howard e Turkoglu jogaram muito. Howard fez 30 pontos, mas Lewis, mesmo com 22, fez os pontos mais decisivos. A 14 segundos do fim, o Magic passou à frente. O Cleveland não conseguiu converter seu ataque e ainda fez uma última tentativa após levar vantagem na bola ao alto, que quase Mo Willians converte no último segundo. Vitória do Magic, 107 a 106, em Cleveland. 1 a 0 na série. LeBron James, 49 pontos.
Melhores momentos do jogo:

Torço para que o Cleveland, do brasileiro Anderson Varejão, chegue à final. Mas quero que seja com emoção, de preferência que a disputa vá para o jogo 7 e tenha prorrogação em todas as partidas. Na verdade, eu torço é pelo basquete.
Merecem destaque:
Melhor bloqueio: LeBron James dando um tocaço em Dwight Howard

Melhor enterrada: Dwight Howard enterrando ao estilo Shaquille O'Neal, quebrando a tabela.

Melhor assistência: Mo Willians dá um passe rápido para LeBron James concluir.

 

Ninguém é capaz de imaginar a alegria que senti nesta vitória do Inter. Vibrei com o primeiro gol, de Taison. Lamentei o empate do Flamengo. Vi a vaca ir pro brejo. Não pude assistir o jogo até o fim. Por motivo de força maior (você vai entender nos próximos posts) tive que sair antes do fim. O último lance que vi do jogo antes de desligar a TV. "Andrezinho está no aquecimento".
No caminho pra casa, não fiquei sabendo nada sobre o jogo, nenhum comentário. Até me perguntaram o que tinha dado o Corinthians. Passei o placar parcial. Chegando em casa, conectei na internet pra ver os resultados finais. Enquanto o navegador pegava no tranco, entrou o último bloco do Jornal da Globo e os resultados da noite. Foi aí que me arrepiei ao ver o golaço de Andrezinho, aos 44 do 2º tempo.

 


Segundo a galera do "Yogurt" (como ele chama o orkut), o tumor que foi retirado do cérebro teve origem no pulmão. Ou seja, Alborghetti estaria com câncer de pulmão, com um tumor que será tratado com quimioterapia. As informações foram passadas por um ex-colega de trabalho dele, que diz ter falado com a D. Maria Auxiliadora, esposa de Luiz Carlos Alborghetti.

Sérgio
NOTÍCIA SOBRE O ALBORGHETTI
Pessoal,Acabei de falar com a Maria Auxiliadora por telefone e ela me disse que depois do tumor que o Alborghetti retirou do cérebro, a biópsia constatou que o tumor central fica no pulmão. Ela disse também que como esse tumor no pulmão não poder ser retirado, Alborghetti vai começar o tratamento à base de quimioterapia.Agora, mais do que nunca, precisamos rezar pela melhora do Alborghetti.

Quem o conhece diz que o cigarro excessivo é a causa dessa doença. Os yogurteiros estão em vigília pelo "mestre Dalborga".

Alô imprensa da capital!! Alborghetti é polêmico e tudo mais, mas é ex-deputado estadual, merece ao menos uma notinha no jornal. Alguém pode confirmar essas informações?

 

Celso Roth, o mito

By Renon Junior


Fiz a seguinte pergunta a David Coimbra, na seção que ele criou em seu blog - "O Degas responde". Minha dúvida: De onde surgiu o mito de que Celso Roth é bom treinador (a ponto de fazer jus a salários acima de R$ 200 mil)?

Aí fiquei pensando: acho que pego pesado com Celso Roth (se bem que ele deve estar se lixando pra esse blog). Resolvi pesquisar. Nada melhor que o ir ao site oficial dele - http://www.celsoroth.com.br/.

Fui primeiro à trajetória. Jogou profissionalmente por 3 anos no Juventude, lá virou auxiliar do preparador Físico, preparador físico titular, preparador físico do Grêmio, treinador de times da ásia e oriente médio, treinador de categorias de base, treinador de times pequenos do Rio Grande do Sul e, bingo! Treinador do Inter. Sim, o Inter é o responsável pela transformação de Celso Roth. De lá seguiu para outras equipes como Santos, Goiás, Flamengo, Vasco, Sport, Grêmio, Vitória, Palmeiras, Atlético (MG), Botafogo.

Depois fui à galeria de títulos: Campeão Gaúcho por Inter e Grêmio, alguns vices e o último título - Campeão da Copa do Nordeste, com o Sport, em 2000.

Em suma, David, estou esperando sua resposta.

 

Todo ano, a NBA promove o Draft, quando novos jogadores, a maioria da liga universitária, são incorporados aos times. Têm prioridade os 14 times que não conseguiram classificação aos playoffs e, dentre esses, o time de pior campanha tem mais chance de ficar com a primeira escolha. Uma forma inteligente de promover o equilíbrio das equipes.
Entretanto, no sorteio deste ano, o Sacramento Kings, que tinha a maior chance (25%), ficou apenas com a 4ª escolha. O vencedor foi o Los Angeles Clippers, que agora tem o direito de escolher o jogador que melhor atende às suas necessidades.
Todo ano a NBA ranqueia os jogadores da NCAA, a liga universitária, conforme o desempenho em quadra. O primeiro do draft é o Blake Griffin, da Universidade de Oklahoma. Um branquelo de 20 anos, 2,12 metros e 110 kg, que vai arrebentar na NBA a partir da próxima temporada.
Normalmente, o primeiro do draft é o jogador que faz contratos milionários e brilha depois de uns 3 anos na NBA, como LeBron James, Dwight Howard, Tim Duncan, Allen Iverson e tantos outros. Griffin é o próximo, provavelmente, com a camisa do Clippers.